quinta-feira, 25 de maio de 2017

Uma conversa com um comunista assumido e confesso.

Em uma das minhas intervenções:

Eu entendo você. Mas não sei se aceita minha liberdade de discordância. Vou tentar mesmo assim. 
Eu sou pobre. Mudei de classe social. Fiz descenso. 
A condição financeira, posicionamento social é o que livros e mais livros colocam como determinante. Eu nem de perto concordo com isso. 
Uma vida inteira com uma liberdade de pensamento gigante é um dos meus grandes tesouros e me dá doses de felicidade. 
Sou capitalista e, só concorda comigo quem compreende essa ideia, pois sou a favor do capitalismo, não tenho a visão de que ele é culpado de nada além de uma produção em massa de pessoas mimadas. Quem fala isso muito bem e pelo menos tem todos os títulos que costumam validar opiniões é um pernambucano, Luiz Felipe Pondé. Você é um cara com muitos conhecimentos, sempre passou essa imagem para mim, poderias me falar se um dono de capital fica impedido de ser comunista? 
Como é essa impossibilidade de ser uma coisa ou outra de forma ideológica além de ser por uma definição estanque e engessada? 
Num país comunista, há algum em que ninguém detenha o capital? Eu acho isso uma impossibilidade lógica, cartesiana, concreta. Tanto que uso um argumento emprestado que já li e ouvi infindáveis vezes: "onde o comunismo teve do líder, não quero chamar de ditador nem nada, ao gari uma igualdade?" 
Onde existiu no comunismo algo que quebrasse a existência de quem tem controle e outros são controlados? 
Eu de forma sincera gostaria de saber. Enquanto isso eu sigo sendo um capitalista sem capital, admirando o Canadá, a Austrália, a Nova Zelândia e esses países assim. Quem não gosta eu respeito, há gosto para tudo e tenho apreço pelas diferenças e pelas liberdades.


Francisco Braz Neto(24/05/2017)

Eu sou o fotógrafo!

Eu sou o fotógrafo!
Essa foto me enche de orgulho. Eu acho que ficou perfeita.