sexta-feira, 26 de maio de 2017

Moro no Brasil e pago caro

Para pagar, muitas vezes, passamos pelos números.
Há, certamente, várias formas de se pagar por algo.
Pode ser que nem precise ser pago, basta trocar ou que seja algo gratuito.
Mas por agora quero os números.

Números para lá e para cá.
Formam milhões, bilhões e muito mais.
A cada grupo de três algarismos uma classe.
A cada grupo ideológico um impasse.

Mas isola uma parte para uma breve análise numérica.
Moro é um.
Brasileiros são mais de 200.000.000.
Moro é 1.
Deputados são 513.
Moro é I.
Senadores são 81.
Moro é e está.
Está trabalhando.
Faz a soma! Os 513, mais os 81, mais presidente, ex-presidentes, empresários, os governadores, os laranjas, os familiares, marqueteiros, etc.
Quando você, seja lá quem você for, falar do Moro, está querendo falar de gente ou de super herói da Marvel?
Aqui é Brasil.
Aqui Moro.
E da maneira que as coisas são aqui, nenhum dos heróis da Marvel, nem da DC Comics e nem de nenhum lugar, jamais aguentaria.
Aqui o solo é fértil para vilões.
Os vilões que não se mudam para o Brasil é por não aguentar concorrência.

Moro? Deve ter defeitos como todo ser humano. E você? Além de perfeito tem feito o que para que aqui seja estéril para os bandidos?

Ainda tem outra coisa. O Brasil não se divide entre antes e depois de ninguém. No máximo entre antes da chegada de europeus e depois. O Brasil tinha sua fama de país da impunidade, da corrupção, do jeitinho e todos os problemas desde muito antes de Sérgio Moro. O cara colocando um corrupto que seja na cadeia já é mais que quantos milhões?
Ele não conseguiu colocar outros?
Coloque você!
Ele é um.
Mas a pior parte é quando ele parece ser o único.


Francisco Braz Neto(26/05/2017)











Eu sou o fotógrafo!

Eu sou o fotógrafo!
Essa foto me enche de orgulho. Eu acho que ficou perfeita.