Em Cuba se pega um barquinho para buscar liberdade. Eu quero pegar um barquinho para pegar um lugar sem violência, com educação, com pessoas sabendo o que é respeito e mais umas "coisinhas bestas"...
Não tem como descrever. É um lugar onde posso escrever e as pessoas vão poder ler se quiserem. Posso escrever em muitos lugares no futuro, mas aqui escrevo o que quiser e como quiser.
domingo, 21 de abril de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
CERTEZA E DÚVIDA
A certeza dói.
A dúvida destrói.
O sentimento mantém vivo.
O carinho faz a existência valer a pena.
A indiferença corta a esperança e as entranhas.
Escolhe para onde ir, vai mais longe.
Esse caminho você não conhece o fim.
Chico Braz Neto(5/08/2007)
A dúvida destrói.
O sentimento mantém vivo.
O carinho faz a existência valer a pena.
A indiferença corta a esperança e as entranhas.
Escolhe para onde ir, vai mais longe.
Esse caminho você não conhece o fim.
Chico Braz Neto(5/08/2007)
Para emitir opinião...
Para emitir opinião é muito bom quando somos os especialistas. Termos um monte de títulos, papéis bonitos, diplomas, certificados e mais e mais formas de dizer algo e ser levado a sério parece ser a condição que muitos julgam obrigatória. Será por comodismo que não enxergam outras possibilidades?
Quer saber se valorizo títulos, diplomas e etc? Sim, valorizo.
Acontece que valorizo algo ainda mais! O conhecimento adquirido independentemente. O saber adquirido pela observação de tudo e todos ao redor, pela leitura de bons livros, revistas, pela simples e ao mesmo tempo rica conversa com alguém detentor de conhecimentos vastos e construtivos, pelo contínuo questionar de tudo e até do que já está muito consolidado como verdade.
Valorizo muito mais quem vai além. Quem repete o que já está no conhecimento coletivo e reafirma algo sem se dar ao trabalho de incluir uma simples e mínima reflexão a respeito não provoca meu interesse. Não é um ser humano e sim um livro falante, uma gravação.
Eu atribuo a todos os seres humanos a inteligência e por decorrência disso espero que exista um enriquecimento de cada um com cada opinião que emitem.
E aqui chega minha quebra com o que uma massa de pessoas tem como paradigma. E ainda por cima são contraditórias. Por simplérrima observação flagramos todos emitindo opinião sobre assuntos sobre os quais não são experts, mas exigem em outras oportunidades que alguém da conversa seja. Na minha opinião vão continuar a fazer isso.
A minha quebra de paradigma é: podemos opinar tranquilamente sem sermos mestres ou doutores. Prefiro que pelo menos tenha existido um mínimo de reflexão a respeito do que vai falar. Se a opinião é de um mega, hiper, ultra doutor, ganhador de prêmios Nobel e afins que saiba que a responsabilidade só aumenta e de mim imploro que com tamanhas honrarias se trate de um questionador e não um vomitador.
Agora quero deixar exemplos.
Li uma "proibição" em uma rede social. Uma mãe reclamando de um livro sobre crianças escrito por alguém que não era pai/mãe.
Em uma conversa minha, meu interlocutor dizia algo do tipo: só quem estiver muito treinado e capacitado pode ser soldado, policial e afins.
No primeiro caso. Sou pai e dou opinião sobre crianças, sobre educação de crianças, sobre tudo relacionado a crianças, mas faço isso desde muito antes de ficar batendo no peito e esbravejando ter razão por simplesmente ser pai. Para falar sobre crianças e ter minha atenção seguirei os mesmos princípios já mencionados aqui, ou seja, se vier de alguém com 5 anos de idade e for bom observador darei todo o crédito e ainda vou acrescer valor a opinião pelo fato de vir de quem está vivenciando tudo. Ao ouvir uma opinião de uma pessoa de 60 anos que nunca teve filhos, porém tem um riquíssimo conjunto de reflexões feitas sobre o assunto, uma ampla gama de questionamentos sobre varias ''verdades", uma coletânea de estórias de vida verídicas, darei créditos muito respeitosos.
Se for para gostar de opiniões de sabichões sem sequer desconfiar que alguns deles estão emitindo aquelas opiniões por fazer parte de interesses pútridos, estou fora. Se for para desqualificar opiniões por simplesmente serem contrárias as suas, também estou fora.
No segundo caso pode chamar os chefes da Polícia Civil, da Polícia Federal, da Polícia Militar de qualquer estado do Brasil, qualquer General, qualquer autoridade no assunto que vou ser enfático com eles. O bom soldado é o da ocasião. Vou precisar que quem vier conversar comigo conheça história. Caso não conheça história talvez não seja possível sequer começar, mas por haver dois argumentos base vou ainda reservar uma esperança de não precisar descartar os desconhecedores da História.
O bom soldado. Super forte, alto, com vasta experiência em exercícios militares, boa saúde, uniforme impecável, treinamento na selva, no deserto, em táticas de guerrilha, sabe tudo sobre logística, mais ainda sobre telecomunicações e a lista de exigências segue sem ter muitas esperanças de acabar logo. De maneira intermediária, basta ter 18 anos e se não for nessa faixa etária então ferrou, só vai seguir na carreira militar se fizer provas de conhecimentos e físicos.
Pura ocasião! A quantidade de argumentos que puderem somar pode dar para encher um estádio de futebol mostrando que não tem nada a ver com ocasião. Eu vou repetir que tem. Ficar com restrições e exigências de só poder ser militar assim ou assado é para momentos de paz e só. Quando os vietnamitas estavam sendo atacados pelo super exercito dos Estados Unidos da América do Norte o que servia para lutar e pegar em metralhadora e na arma que desse eram crianças, mulheres, velhos e acho que por lá também diziam "se só tem tu vai tu mesmo".
Ah! Quer dizer que não é melhor ter um super exército, com fortões bombados e altamente treinados? Quem disse isso? Eu estou defendendo a opinião que mesmo sem ser especialista o que se tem a dizer pode ser valioso. Não adianta vir com obviedades. Traz o novo para um debate construtivo.
Para continuar a dar opinião vou falar das exigências para ser policial. Se algum policial estiver lendo esse texto, responde aí: preferes o concurso exigindo muito da parte física, da parte de conhecimentos e nada da parte moral e ética? Aí tu vais dar as costas e confiar em um colega de profissão que provou ter várias habilidades, mas não precisou provar nada e nem conta pontos quem essa pessoa é.
Reunindo policiais e soldados, ambas as profissões/cargos povoam nossas mentes. Estão em jornais impressos e televisivos. Estão em filmes nacionais e internacionais, mas independente da trama o que tenho como qualidades centrais de cada uma das profissões são a honra, a honestidade, a ética e o equilíbrio emocional. Se você não acha isso importante esquece o que falei e vire as costas tranquilo. Entendeu André? (só quem assistiu Tropa de Elite 2 vai entender)
Quer saber se valorizo títulos, diplomas e etc? Sim, valorizo.
Acontece que valorizo algo ainda mais! O conhecimento adquirido independentemente. O saber adquirido pela observação de tudo e todos ao redor, pela leitura de bons livros, revistas, pela simples e ao mesmo tempo rica conversa com alguém detentor de conhecimentos vastos e construtivos, pelo contínuo questionar de tudo e até do que já está muito consolidado como verdade.
Valorizo muito mais quem vai além. Quem repete o que já está no conhecimento coletivo e reafirma algo sem se dar ao trabalho de incluir uma simples e mínima reflexão a respeito não provoca meu interesse. Não é um ser humano e sim um livro falante, uma gravação.
Eu atribuo a todos os seres humanos a inteligência e por decorrência disso espero que exista um enriquecimento de cada um com cada opinião que emitem.
E aqui chega minha quebra com o que uma massa de pessoas tem como paradigma. E ainda por cima são contraditórias. Por simplérrima observação flagramos todos emitindo opinião sobre assuntos sobre os quais não são experts, mas exigem em outras oportunidades que alguém da conversa seja. Na minha opinião vão continuar a fazer isso.
A minha quebra de paradigma é: podemos opinar tranquilamente sem sermos mestres ou doutores. Prefiro que pelo menos tenha existido um mínimo de reflexão a respeito do que vai falar. Se a opinião é de um mega, hiper, ultra doutor, ganhador de prêmios Nobel e afins que saiba que a responsabilidade só aumenta e de mim imploro que com tamanhas honrarias se trate de um questionador e não um vomitador.
Agora quero deixar exemplos.
Li uma "proibição" em uma rede social. Uma mãe reclamando de um livro sobre crianças escrito por alguém que não era pai/mãe.
Em uma conversa minha, meu interlocutor dizia algo do tipo: só quem estiver muito treinado e capacitado pode ser soldado, policial e afins.
No primeiro caso. Sou pai e dou opinião sobre crianças, sobre educação de crianças, sobre tudo relacionado a crianças, mas faço isso desde muito antes de ficar batendo no peito e esbravejando ter razão por simplesmente ser pai. Para falar sobre crianças e ter minha atenção seguirei os mesmos princípios já mencionados aqui, ou seja, se vier de alguém com 5 anos de idade e for bom observador darei todo o crédito e ainda vou acrescer valor a opinião pelo fato de vir de quem está vivenciando tudo. Ao ouvir uma opinião de uma pessoa de 60 anos que nunca teve filhos, porém tem um riquíssimo conjunto de reflexões feitas sobre o assunto, uma ampla gama de questionamentos sobre varias ''verdades", uma coletânea de estórias de vida verídicas, darei créditos muito respeitosos.
Se for para gostar de opiniões de sabichões sem sequer desconfiar que alguns deles estão emitindo aquelas opiniões por fazer parte de interesses pútridos, estou fora. Se for para desqualificar opiniões por simplesmente serem contrárias as suas, também estou fora.
No segundo caso pode chamar os chefes da Polícia Civil, da Polícia Federal, da Polícia Militar de qualquer estado do Brasil, qualquer General, qualquer autoridade no assunto que vou ser enfático com eles. O bom soldado é o da ocasião. Vou precisar que quem vier conversar comigo conheça história. Caso não conheça história talvez não seja possível sequer começar, mas por haver dois argumentos base vou ainda reservar uma esperança de não precisar descartar os desconhecedores da História.
O bom soldado. Super forte, alto, com vasta experiência em exercícios militares, boa saúde, uniforme impecável, treinamento na selva, no deserto, em táticas de guerrilha, sabe tudo sobre logística, mais ainda sobre telecomunicações e a lista de exigências segue sem ter muitas esperanças de acabar logo. De maneira intermediária, basta ter 18 anos e se não for nessa faixa etária então ferrou, só vai seguir na carreira militar se fizer provas de conhecimentos e físicos.
Pura ocasião! A quantidade de argumentos que puderem somar pode dar para encher um estádio de futebol mostrando que não tem nada a ver com ocasião. Eu vou repetir que tem. Ficar com restrições e exigências de só poder ser militar assim ou assado é para momentos de paz e só. Quando os vietnamitas estavam sendo atacados pelo super exercito dos Estados Unidos da América do Norte o que servia para lutar e pegar em metralhadora e na arma que desse eram crianças, mulheres, velhos e acho que por lá também diziam "se só tem tu vai tu mesmo".
Ah! Quer dizer que não é melhor ter um super exército, com fortões bombados e altamente treinados? Quem disse isso? Eu estou defendendo a opinião que mesmo sem ser especialista o que se tem a dizer pode ser valioso. Não adianta vir com obviedades. Traz o novo para um debate construtivo.
Para continuar a dar opinião vou falar das exigências para ser policial. Se algum policial estiver lendo esse texto, responde aí: preferes o concurso exigindo muito da parte física, da parte de conhecimentos e nada da parte moral e ética? Aí tu vais dar as costas e confiar em um colega de profissão que provou ter várias habilidades, mas não precisou provar nada e nem conta pontos quem essa pessoa é.
Reunindo policiais e soldados, ambas as profissões/cargos povoam nossas mentes. Estão em jornais impressos e televisivos. Estão em filmes nacionais e internacionais, mas independente da trama o que tenho como qualidades centrais de cada uma das profissões são a honra, a honestidade, a ética e o equilíbrio emocional. Se você não acha isso importante esquece o que falei e vire as costas tranquilo. Entendeu André? (só quem assistiu Tropa de Elite 2 vai entender)
sexta-feira, 29 de março de 2013
Sit down comedy.
Por que só stand up?
Se a pessoa é engraçada vai conseguir sentada também.
Essa do público ficar descansando e só o comediante em pé é fogo.
Pense que foi uma licença para escrever uma legítima bobagem.
Parem de rir!
Se a pessoa é engraçada vai conseguir sentada também.
Essa do público ficar descansando e só o comediante em pé é fogo.
Pense que foi uma licença para escrever uma legítima bobagem.
Parem de rir!
segunda-feira, 25 de março de 2013
As razões dos sentimentos.
Para gostar não preciso de autorização.
Tenho parâmetros.
Obedeço ao coração.
Honestidade é uma exigência.
E isso não é de hoje não.
Não precisa gostar de volta.
Isso não é problema não.
Com bondade e outras qualidades próprias
continua minha admiração.
Quando Amo é mais clara
minha forte emoção.
Amo incondicionalmente
e a felicidade é imensa dimensão.
Se de mim gostas muito
é simples a retribuição.
Sejas justo e honesto!
Assim não tem erro não.
Mas, também não sou adivinho.
Gosto das verdades nuas.
Somando atitudes e palavras
lágrimas não serão minhas nem suas.
Se eu não gosto de você
fique frio e siga em paz.
Não movo uma palha pro teu mal
nem conte comigo jamais.
Já precisei ser benzido.
Não duvido que precise de novo.
Inveja é sentimento maldito
e atinge criança, adulto e idoso.
Paixão é uma delícia!
Quem se lembra como é?
Eu aviso a quem posso:
não é um sentimento qualquer!
Quem me dera ser poeta!
Viver de trabalhar com emoção.
A vida me ordena frieza.
Sou escravo da condição.
Humano, pequeno e sem riqueza.
Com machucados no coração.
Acontece que na seqüência dos dias
Ela apareceu.
Ela se chama Luíza.
Razão para os melhores sentimentos meus.
Quebrando todos os limites, teorias e explicações
quase cinco anos de paixão preencheu.
Tudo de bom em mim: -é seu.
Tenho parâmetros.
Obedeço ao coração.
Honestidade é uma exigência.
E isso não é de hoje não.
Não precisa gostar de volta.
Isso não é problema não.
Com bondade e outras qualidades próprias
continua minha admiração.
Quando Amo é mais clara
minha forte emoção.
Amo incondicionalmente
e a felicidade é imensa dimensão.
Se de mim gostas muito
é simples a retribuição.
Sejas justo e honesto!
Assim não tem erro não.
Mas, também não sou adivinho.
Gosto das verdades nuas.
Somando atitudes e palavras
lágrimas não serão minhas nem suas.
Se eu não gosto de você
fique frio e siga em paz.
Não movo uma palha pro teu mal
nem conte comigo jamais.
Já precisei ser benzido.
Não duvido que precise de novo.
Inveja é sentimento maldito
e atinge criança, adulto e idoso.
Paixão é uma delícia!
Quem se lembra como é?
Eu aviso a quem posso:
não é um sentimento qualquer!
Quem me dera ser poeta!
Viver de trabalhar com emoção.
A vida me ordena frieza.
Sou escravo da condição.
Humano, pequeno e sem riqueza.
Com machucados no coração.
Acontece que na seqüência dos dias
Ela apareceu.
Ela se chama Luíza.
Razão para os melhores sentimentos meus.
Quebrando todos os limites, teorias e explicações
quase cinco anos de paixão preencheu.
Tudo de bom em mim: -é seu.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Sábado de futebol ou de tiroteio?
Adolescente brasileiro baleado ontem.
Só queria ver o jogo do time do coração.
Veio uma bala e deixou o jovem no chão.
O bairro dos Aflitos não precisa justificar o nome. Não é necessário, nem oportuno e muito menos adequado um trocadilho.
Quando 2013 acabar os vivos vão contar quantos mortos se foram ao longo do ano.
O Brasil tem problemas. Qualquer lugar os tem. A quantidade de problemas que temos aqui vive levando de cada um de nós pessoas amadas. E daí? O ser humano é adaptável, certo? A gente se acostuma com tudo, não é?
O jogo entre Náutico e Central era para ser apenas mais um e conseguiu.
Apenas mais um em que a violência esteve presente.
Apenas mais um no qual perguntas vão ficar sem respostas honestas. Mais um jogo em que o saldo é negativo.
Estamos em 2013 e o que mudou? Muita coisa. Poucas coisas mudaram. Nada mudou. Três respostas distintas e igualmente corretas. Vai dar trabalho apenas ter de separar o que ou quem se enquadra em cada uma das respostas.
O que vai até o momento para o grupo do nada mudou é a violência no Brasil. Em Santa Catarina a Força de Segurança foi enviada e um toque de recolher estava instaurado.
Em São Paulo, o: bandido mata policial e policial mata bandido, está num eterno vai e vem.
O ano passado foi assim. Um tal de milhares morrendo por acidentes em veículos automotores. Outros milhares assassinados. Cada um que passou por algo parecido, teve alguém próximo que passou ou escutou de alguém numa conversa da vida, levanta o braço aí. Esse é o nosso carnaval, nossa micareta, nossa dose diária de adrenalina reversa.
Sabe o que é adrenalina reversa? É essa droga presente no ar que respiramos na Terra Brasilis. É ela que nos deixa pacatos e felizes, balançando o esqueleto e rindo de tudo. "Bota a mão no joelho dá uma abaixadinha ... balançando a bundinha."
Enquanto isso o adolescente está lutando. Ele não teve escolha e mesmo assim pode ser tarde para ele e para os familiares dele. Da mesma forma que foi tarde para as pessoas da boate Kiss. Tarde para todos os mortos nas estradas e os assassinados.
Não me dê razão, dê a si mesmo tempo para refletir. Reflita se é válido fugir e fingir. Seguir no caminho da indiferença e na filosofia do: enquanto não for comigo está tudo lindo e maravilhoso.
Entorpecente é qualquer coisa que te entorpece. Essa é a pedra fundamental do que me leva a crer na adrenalina reversa. Já estudou algo sobre viciados? Alcoólatras ou, ... qual é mesmo o nome do momento? Bem, seja lá qual for o vício ou dependência, em comum há a condição primordial para parar. O reconhecimento. Não conseguir reconhecer o quanto se está dependente da adrenalina reversa vai fazer com que nunca se obtenha a liberdade da mesma.
Dia 16 de fevereiro de 2013, ontem em comparação ao dia que este texto está sendo escrito. Ao que sei este jovem não foi até a violência, mas a violência foi até ele.
Por que o ônibus de uma torcida rival, aliás aqui a palavra inimiga é a adequada, passa precisamente em frente a torcida do outro time? Eu sei a resposta. Daí a admitirem é outra coisa. Daí a transformarem em só mais uma opinião e o mais normal. Colocarem como algo ridículo é um pulo. Para transformarem em ridículo é com a mesma eficiência e energia que a utilizada para transformar a vida em morte.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Filósofo de Sábado de Carnaval.
Não é encontrando um país em pior situação em cada um dos temas que eu abordar que vamos melhorar. Fazendo assim vamos é piorar.
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Eu sou o fotógrafo!
Essa foto me enche de orgulho. Eu acho que ficou perfeita.