Não. Do lado que eu sou muitos dizem que são, mas as atitudes são incompatíveis. Partido é uma coisa, ser humano é outra. O partido é plural, um político é singular. O partido nada faz, nada mais é do que algo definível, explicável, controlável, maleável, mutável e etc. Os partidos não são a única forma de mudar nada, pessoas mudam, agem e se acreditas tanto que partido e pessoas se confundem eu lamento. Escrevi atitudes que pessoas mereciam ter como reconhecidas, igualmente sei eu, sabes tu e toda uma nação das muitas nojeiras. Se tens lista de coisas boas és competente o suficiente para saber a lista imensa de desgraças. Não compactuo com a ideia do: rouba, mas faz. Não vou perder meus valores por partido nenhum. Roubou e demais cafajestagens vai pra lista de cretinos, calhordas, facínoras, nazi-fascistas e toda sorte de palavra ruim que me ajude a desabafar. Primo, escrevi no outro post e aqui repito. Não estou ligado. Isso é muito sério. Imagine você, eu lhe chamando de algo que não gostes. Imaginou? Você teve o direito de se auto declarar do PT. Se disse apaixonado, menos que antes, mas ainda apaixonado. Imagine que é fácil para mim concluir que se eu disser: - ei de direita! ei PSDBista e seja qual for a denominação que não aprecies, você vai se chatear. Igualmente tenho o direito de repetir, SOU LIVRE, talvez eu esteja falando de algo que não compreendas, mas ao dizeres que não sou... já perece que não fazes ideia. Primo, vá além, pense além! Em quem votei? Quando votei? Veja primo o quão concreto é isso. São suas palavras de minutos atrás. A pergunta mais importante é por que votou? Veja que assim que pôde você explicou a razão de votar no PT. É sua ideologia, sua paixão e sua herança familiar. Correto? Eu vou te dar uma resposta. Resposta que vai além do que perguntastes. Votei a primeira vez perto dos 16 anos. Estava ali colado a redução da idade para votar. Desde então já há uma diferença abissal entre nós. Votei em quem eu quis e não em quem meus pais disseram. Outra diferença, meus votos sempre que possível foram por acreditar no indivíduo e não nos partidos (mais uma vez desde muito cedo e diferentemente de qualquer pessoa que eu conhecesse), meus votos seguem uma ideologia minha e isso é libertador e pode até apavorar os poderosos, essa ideologia minha encontrou eco e eu fiquei feliz ao saber que pessoas já pensavam assim, essa ideologia é a da alternância de poder(se é a certa ou a melhor? é a minha, respeito a dos outros). Também muito cedo saí do escudo da indiferença. Novinho já me doía ver pedintes, ver miséria em todos os lugares, sujeira, professores mau pagos, violência demais( você realmente leu a postagem com as 107 MIL mortes? nem falou nada a respeito). Se votei nulo não temos pra quê continuar a discussão? Tudo bem. Não vou dizer se votei ou não. O voto é uma parte e não o todo. E o motivo da postagem foi qual? Primo Paulo Braz!! Não entendi o motivo da postagem. Tu que em uma das mensagens colocastes que sequer a postagem estava com informações corretas. Podes me ajudar? Mateus Braz, já na união das duas postagens, seja aqui ou na da energia elétrica, informação e fonte foram mencionadas. Aqui a informação foi contestada por Paulo inclusive do jeito que gostas, com link e tudo. O que houve? Foi ignorada solenemente a informação? Como falei no outro post, para que tanto esforço em mostrar as fontes se o outro não quer ver? Aqui, em resumo, começou com uma mentira. Na outra pelo menos foi uma queixa legítima, uma queixa pessoal. Queixa de Cristiana Braz, queixa minha, queixa de quem quiser se queixar sem precisar mentir. Sem mais.
Não tem como descrever. É um lugar onde posso escrever e as pessoas vão poder ler se quiserem. Posso escrever em muitos lugares no futuro, mas aqui escrevo o que quiser e como quiser.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Respondi, mas nem sei se a pergunta era para mim.
Assim começou: "nao sei se consola, mas por aqui nao ta melhor"
A mim não consola, mas se consolar outra pessoa já vale alguma coisa.
Não conheço todos os detalhes da crise na Europa e nem os detalhes de cada país. Mas dinheiro não é o fator determinante para meu julgamento. Vamos ver pessoas sofrendo na Europa e já acompanhamos isso há um tempo por um fator($$$ falta de dinheiro e decisões cretinas dos governantes), mas dá para focar em algo. No Brasil é difícil escolher a sequência de desgraças.
- Francisco Braz Em países anos-luz à frente do Brasil o desempregado anda a procura de emprego e pelo menos calçada tem. Se desloca pela cidade e pelo menos transporte bom tem. Vai chorar e reclamar da crise, mas vai fazer isso em um lugar com índices de violência irrisórios e vai saber de alguma notícia econômica que sinalize fim da crise em seu ipad sem que um ladrão lhe aponte um 38 ou quem sabe faça o favor de cessar suas angustias ao manda-lo para outro plano, seja o de cima ou o de baixo. Aí fica com sua crença.Essa parte não está la nas respostas: Ah! Lembrei do caso do incêndio na boate em Santa Maria-RS, na Europa tá igual mesmo? Realmente está pior? Vamos perguntar aos familiares das vítimas as respectivas opiniões.E vamos interpretar a quantidade de boates e estabelecimentos sendo interditados por causa desta tragédia.Cultura tupiniquim,o carro está na frente dos bois,a casa construída se começando pelo teto,a porta sendo fechada depois que se é assaltado,o certo é feito depois que já é tarde.Neste caso não dá para falar o nunca é tarde, vidas não voltam. De novo, vida não tem preço.Como é que queremos um país que busca resultados monetários e em todas as esferas, todos os lugares, classes sociais, profissões, em tudo o valor da vida está desvalorizado? Como?Eu quero um país rico, mas o dinheiro tem de ser o carro e a vida os bois.Eu quero um país rico, mas o dinheiro tem de ser o teto e a vida o alicerce.Eu quero um país rico, mas a ordem dos fatores faz uma diferença inefável.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
As calçadas das cidades do meu Brasil.

Imagina na Copa!
Nas calçadas o que se faz
é rallye para pedestres
têm buracos ali na frente
têm buracos também atrás
nas cidades do Brasil
é fácil cair num funil.
Nas calçadas o que se vê
é uma grande variedade
tem as poucas inteiras
e uma parte que nem são metade
as de terra e as de cimento
tem as de grande movimento
dá para encontrar até jumento
e isso não é novidade
nas cidades do Brasil
tem calçada que ninguém nunca viu.
As calçadas ainda
são prova de democracia
cada um faz de um jeito
sempre podem ser diferentes
quer seja na casa do prefeito
ou na delegacia
nas cidades do Brasil
piada é falar meio-fio.

As calçadas nem ao menos
têm serventia definida
uns pensam que é banheiro
outros que é estacionamento
algumas de fato são atoleiros
com lama em sua constituição
e em toda a nação
as calçadas precisam ser bem varridas
pois na cidades do Brasil
vacilou nas calçadas caiu.
Veja! Preste bem atenção! Com a prosa sem rima.
A métrica nem existe lá em cima
e isso é de tanto pensar nas calçadas
pois existem as ladrilhadas
azulejadas
por raízes e árvores tomadas
inclinadas e detonadas
com uns tais ferros chumbados
outras com mesas, lixo, bancas de revista,
e é preciso ser muito artista
para não acabar massacrado.
Será que há mais a dizer?
É só uma fruta bater
em cima da sua cabeça
ou de um bem seu muito precioso
Que escape se for um idoso!
Uma criança ou outro inocente!
e só mesmo um demente
para não sair do repouso.
As calçadas também
tem uma variedade bostal
tem bosta de vaca e cavalo
de pombo é até normal
mas é fácil encontrar de gente
tamanha a imundície
a bosta de ser humano
conta como a de mais um animal
tem a do melhor amigo
do gato e do bode
e só o que não pode
é me obrigar a achar legal.
Eu já vi calçadas largas
e outras bem estreitinhas
outras a bem da verdade nem mesmo existiam
se você tá me entendendo
leia junto as entrelinhas
do jeito que as calçadas são
quem pudesse não as usariam.
De tantas possibilidades
só falando das calçadas escreveria um livro
caminharia pelas cidades
e registraria as mais bizarras
assim documentava
o que aqui só foi dito
nas calçadas do Brasil
a vontade é dizer
vai melhorar em Abril.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Seu Doutor os nordestinos têm muita ilusão.
Por que o Brasil não deixa de ser o país da impunidade e pega todo o dinheiro dos superfaturamentos, mensalões, desvios e obras inacabadas e salva nossas vaquinhas e nossas vidas?
Tenho repetido tanto: somos tão gado.
Pode ser uma das mais tristes descobertas ou das mais tristes convicções. Mais uma vez e sempre que eu me lembrar: não precisas concordar e eu me obrigo a respeitar. Uma vez dito isto, sigo ao dizer que tenho tido cada vez mais certeza de como as aulas de geografia estavam incompletas ao mostrar as pirâmides sociais. Incompletas, contudo capazes de aumentar muito o conhecimento de quem as compreendeu. Talvez a razão de não ter sido abordado muitos aspectos das pirâmides seja a idade em que ela chega, chegava até nós. Eu era uma criança quando as conheci e no máximo as estudei na adolescência.
A reflexão me jogou contra um muro de concreto e ficou em mim como ferro em brasa. A conclusão foram as consequências. Estou em pedaços e o que resta tem uma marca que não sai. Base larga e uma ponta fina no topo. Descoberta triste? Quem está em cima cuida dos que estão embaixo como fazendeiros de seus rebanhos. Dão carinho, amor, comida, cuidam da vacinação, da reprodução, da alimentação, das agitações, etc. Quem conhece fazenda deve estar já se contorcendo, mas se você continuar e assistir alguns documentários, estudar, ler mais a respeito, pesquisar e o mais importante: refletir e aprofundar a reflexão, pode ser que vá sentir o ferro em brasa ou ver que a marca estava lá e você nem sabia.
Por onde começar? Se eu puder sugerir, comece pela revolução industrial na Inglaterra. Era necessário cuidar do povo para ter a mão de obra. Vida de gado. Gente=gado. Deveria estar lá no dicionário.
Gostas da palavra povo? Quem é o povo? Você é? Eu? Eu sou. "Eu sou do povo, eu sou o Zé ninguém".
Para seguir a dolorida reflexão que tal algo mais próximo? Os escravos no Brasil. Caramba, este exemplo é forte demais! Alguns eram marcados literalmente. Comprados e vendidos. Êêêêêêê ôôôô! Vida de gado. Gente=gado. Deveria estar lá no dicionário.
Quer achar que só em casos muito específicos e com muito trabalho dá para sustentar esta ideia? Sorte sua. Desta vez não vou me alongar e fazer um texto gigantesco. Mas olha como vou terminar!
Conversa com um boi, uma vaca, um porco, uma ovelha ou seja lá que animal de fazenda você escolher. Ele vai te responder? Melhor ainda, ele sabe que é gado?
Em outras palavras: quem é gado provavelmente não sabe que é gado. E mesmo o "gado gente" continuo chamando de gado quando escapa de apenas uma das duas formas de ser gado.
Ou se é gado mentalmente, os que sequer sabem que são, ou se gado por ser tratado como um.
Eu sou gado queridos leitores, pois sei há tempo que assim sou tratado pelos da pontinha da pirâmide, mas minha boa notícia é ter a consciência disso e ser 50% menos gado.
P.S.: adoro gado, fazenda e animais, contudo usei a palavra gado de forma assumidamente negativa. Que todos os animais me desculpem.
Tenho repetido tanto: somos tão gado.
Pode ser uma das mais tristes descobertas ou das mais tristes convicções. Mais uma vez e sempre que eu me lembrar: não precisas concordar e eu me obrigo a respeitar. Uma vez dito isto, sigo ao dizer que tenho tido cada vez mais certeza de como as aulas de geografia estavam incompletas ao mostrar as pirâmides sociais. Incompletas, contudo capazes de aumentar muito o conhecimento de quem as compreendeu. Talvez a razão de não ter sido abordado muitos aspectos das pirâmides seja a idade em que ela chega, chegava até nós. Eu era uma criança quando as conheci e no máximo as estudei na adolescência.
A reflexão me jogou contra um muro de concreto e ficou em mim como ferro em brasa. A conclusão foram as consequências. Estou em pedaços e o que resta tem uma marca que não sai. Base larga e uma ponta fina no topo. Descoberta triste? Quem está em cima cuida dos que estão embaixo como fazendeiros de seus rebanhos. Dão carinho, amor, comida, cuidam da vacinação, da reprodução, da alimentação, das agitações, etc. Quem conhece fazenda deve estar já se contorcendo, mas se você continuar e assistir alguns documentários, estudar, ler mais a respeito, pesquisar e o mais importante: refletir e aprofundar a reflexão, pode ser que vá sentir o ferro em brasa ou ver que a marca estava lá e você nem sabia.
Por onde começar? Se eu puder sugerir, comece pela revolução industrial na Inglaterra. Era necessário cuidar do povo para ter a mão de obra. Vida de gado. Gente=gado. Deveria estar lá no dicionário.
Gostas da palavra povo? Quem é o povo? Você é? Eu? Eu sou. "Eu sou do povo, eu sou o Zé ninguém".
Para seguir a dolorida reflexão que tal algo mais próximo? Os escravos no Brasil. Caramba, este exemplo é forte demais! Alguns eram marcados literalmente. Comprados e vendidos. Êêêêêêê ôôôô! Vida de gado. Gente=gado. Deveria estar lá no dicionário.
Quer achar que só em casos muito específicos e com muito trabalho dá para sustentar esta ideia? Sorte sua. Desta vez não vou me alongar e fazer um texto gigantesco. Mas olha como vou terminar!
Conversa com um boi, uma vaca, um porco, uma ovelha ou seja lá que animal de fazenda você escolher. Ele vai te responder? Melhor ainda, ele sabe que é gado?
Em outras palavras: quem é gado provavelmente não sabe que é gado. E mesmo o "gado gente" continuo chamando de gado quando escapa de apenas uma das duas formas de ser gado.
Ou se é gado mentalmente, os que sequer sabem que são, ou se gado por ser tratado como um.
Eu sou gado queridos leitores, pois sei há tempo que assim sou tratado pelos da pontinha da pirâmide, mas minha boa notícia é ter a consciência disso e ser 50% menos gado.
P.S.: adoro gado, fazenda e animais, contudo usei a palavra gado de forma assumidamente negativa. Que todos os animais me desculpem.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Interpreta alguns números para mim.
Você tem quantos amigos nas redes sociais? Milhares?
Você tem quantos seguidores no twitter? Milhões?
Sabe quantos cutir apertou hoje? Quantos compartilhar? Zilhões?
E nesta falta de tempo para tudo, quanto tempo sobrou para fazer a seguinte análise:
Quantos abraços destes?
Quantos recebestes?
Quantas vezes perguntastes se alguém estava bem e foi puramente automático ao invés de ser por realmente querer ouvir?
Quantas vezes olhastes alguém nos olhos e quantas olharam em teus olhos?
Quantos beijos? No rosto foram quantos? Na boca, algum? E foi sentindo cada beijo ou tão mecanicamente quanto se já tivéssemos máquinas fazendo isto e pudéssemos ter longos debates acalorados sobre isto?
Notícia de última hora: "-acabam de inventar o robô do beijo. No modelo básico conseguimos um exemplar que dá até 30 bejinhos no rosto. Para os magnatas, um mimo, modelos de luxo estão em fase de testes e dão beijos calientes."
Eu conversava com meus amigos mais próximos e eles me questionavam tanto e tão efusivamente como suportaria ficar longe dos amigos ao ir morar no Canadá.
Eu tristemente respondia:
-Da mesma forma que suporto aqui.
Lembrava para eles que a conversa estava ocorrendo via internet e que quando é assim não há diferença entre estar a milhares de kilômetros de distância ou na mesma rua. A tela é a maneira que estamos demonstrando quase tudo. Vem beijos em formato bjs, abraços tipo abs, risadas contagiantes quanto um kkkkkkkkkkkkkkkk pode ser e por aí vai.
Dizia para meus amigos o quanto lutei contra isto e que me sentia cansado desta luta especificamente. Assumi a derrota. Eles assumiam que era verdade.
Seja pela violência, pelo cansaço do dia a dia ou por comodismo, há uma coletânea de razões sagrando-se campeãs no trabalho de fazer as pessoas trocarem pele por tela.
Você e seus amigos estão fora dessa? Interpreta esses números pra mim.
Você tem quantos seguidores no twitter? Milhões?
Sabe quantos cutir apertou hoje? Quantos compartilhar? Zilhões?
E nesta falta de tempo para tudo, quanto tempo sobrou para fazer a seguinte análise:
Quantos abraços destes?
Quantos recebestes?
Quantas vezes perguntastes se alguém estava bem e foi puramente automático ao invés de ser por realmente querer ouvir?
Quantas vezes olhastes alguém nos olhos e quantas olharam em teus olhos?
Quantos beijos? No rosto foram quantos? Na boca, algum? E foi sentindo cada beijo ou tão mecanicamente quanto se já tivéssemos máquinas fazendo isto e pudéssemos ter longos debates acalorados sobre isto?
Notícia de última hora: "-acabam de inventar o robô do beijo. No modelo básico conseguimos um exemplar que dá até 30 bejinhos no rosto. Para os magnatas, um mimo, modelos de luxo estão em fase de testes e dão beijos calientes."
Eu conversava com meus amigos mais próximos e eles me questionavam tanto e tão efusivamente como suportaria ficar longe dos amigos ao ir morar no Canadá.
Eu tristemente respondia:
-Da mesma forma que suporto aqui.
Lembrava para eles que a conversa estava ocorrendo via internet e que quando é assim não há diferença entre estar a milhares de kilômetros de distância ou na mesma rua. A tela é a maneira que estamos demonstrando quase tudo. Vem beijos em formato bjs, abraços tipo abs, risadas contagiantes quanto um kkkkkkkkkkkkkkkk pode ser e por aí vai.
Dizia para meus amigos o quanto lutei contra isto e que me sentia cansado desta luta especificamente. Assumi a derrota. Eles assumiam que era verdade.
Seja pela violência, pelo cansaço do dia a dia ou por comodismo, há uma coletânea de razões sagrando-se campeãs no trabalho de fazer as pessoas trocarem pele por tela.
Você e seus amigos estão fora dessa? Interpreta esses números pra mim.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Quer um texto a cada hora?
A preocupação é justa. O dia tem 24 horas. Quantas horas em média as pessoas estão ficando conectadas? E ao ficarem conectadas quantas informações conseguem receber?
Está restando quanto tempo para a reflexão?
A preocupação é justa. Que tal ter como princípio a qualidade em detrimento da quantidade? Um jornalista pode facilmente ser esmagado e principalmente cobrado para gerar um volume grande de informações. Enquanto leitores e livres das pressões típicas dos jornalistas aproveitem, deliciem-se com a maturação da informação.
Que tal transformar a informação em algo similar aos vinhos, whiskies e demais coisas, que envelhecidas vão ficando melhores com o passar do tempo?
Não que a notícia de desastres, assassinatos e demais tragédias vão ficar melhores no sentido que o ruim vai ficar bom, o triste virar alegre, o possível de melhorar é a compreensão e aprofundamento das informações.
A preocupação é justa. E quantas vezes a notícia mais recente que você está lendo, assistindo ou ouvindo é mais do mesmo, um deja vù e uma sensação de notícia velha? E as notícias que virão daqui há alguns minutos, daqui há algumas horas ou só na manhã seguinte você seria capaz de adivinhar?
Extra!
Extra!
Trânsito lento na rua X.
Mulher assassinada pelo marido.
Escândalo no Congresso Nacional.
Veja nesta edição do Telejornal Y!
Obras são investigadas por suspeita de superfaturamento.
Bala perdida atinge morador enquanto descansava no sofá da sala.
Seca atinge milhões de pessoas e afeta a produção de alimentos.
A preocupação é justa. A quem interessa fazer com que ao receber uma informação, recebamos outra e outra e outra e outra e outra e outra e mais 1000 000 de outras e qual foi a primeira mesmo? Sobre o que é este texto? Lembra a confusão? Se sentiu confuso? Lembra como este texto começou? O que foi que você leu antes de estar lendo este texto?
A preocupação é justa. Melhor ler aquilo que te faz pensar. O bom é ler algo que te dê vontade de ler uma segunda, terceira, quarta e muitas outras vezes. Seria algo positivo ler algo que te relembra o quanto és inteligente? Seria bom ler um texto que te respeita exatamente por te provocar? Te agrada receber a avalanche de informações diárias como se pensamentos não pudessem ter origem em você e sim serem "engolidas" por alguém, depois que este alguém precisou antes "mastigar" essa informação e no momento de te entregar será uma "regurgitação"?
Pareceu algo nojento? Puxa na memória a cena de um pássaro regurgitando na boca dos filhotes. Sintam-se muito à vontade para achar nojento ter ao seu redor tanta informação obedecendo a esse processo. Não existe como princípio a notícia como um produto artesanal.
O que existe é: te dou de montão e aí te impossibilito de ter tempo para a reflexão.
Está restando quanto tempo para a reflexão?
A preocupação é justa. Que tal ter como princípio a qualidade em detrimento da quantidade? Um jornalista pode facilmente ser esmagado e principalmente cobrado para gerar um volume grande de informações. Enquanto leitores e livres das pressões típicas dos jornalistas aproveitem, deliciem-se com a maturação da informação.
Que tal transformar a informação em algo similar aos vinhos, whiskies e demais coisas, que envelhecidas vão ficando melhores com o passar do tempo?
Não que a notícia de desastres, assassinatos e demais tragédias vão ficar melhores no sentido que o ruim vai ficar bom, o triste virar alegre, o possível de melhorar é a compreensão e aprofundamento das informações.
A preocupação é justa. E quantas vezes a notícia mais recente que você está lendo, assistindo ou ouvindo é mais do mesmo, um deja vù e uma sensação de notícia velha? E as notícias que virão daqui há alguns minutos, daqui há algumas horas ou só na manhã seguinte você seria capaz de adivinhar?
Extra!
Extra!
Trânsito lento na rua X.
Mulher assassinada pelo marido.
Escândalo no Congresso Nacional.
Veja nesta edição do Telejornal Y!
Obras são investigadas por suspeita de superfaturamento.
Bala perdida atinge morador enquanto descansava no sofá da sala.
Seca atinge milhões de pessoas e afeta a produção de alimentos.
A preocupação é justa. A quem interessa fazer com que ao receber uma informação, recebamos outra e outra e outra e outra e outra e outra e mais 1000 000 de outras e qual foi a primeira mesmo? Sobre o que é este texto? Lembra a confusão? Se sentiu confuso? Lembra como este texto começou? O que foi que você leu antes de estar lendo este texto?
A preocupação é justa. Melhor ler aquilo que te faz pensar. O bom é ler algo que te dê vontade de ler uma segunda, terceira, quarta e muitas outras vezes. Seria algo positivo ler algo que te relembra o quanto és inteligente? Seria bom ler um texto que te respeita exatamente por te provocar? Te agrada receber a avalanche de informações diárias como se pensamentos não pudessem ter origem em você e sim serem "engolidas" por alguém, depois que este alguém precisou antes "mastigar" essa informação e no momento de te entregar será uma "regurgitação"?
Pareceu algo nojento? Puxa na memória a cena de um pássaro regurgitando na boca dos filhotes. Sintam-se muito à vontade para achar nojento ter ao seu redor tanta informação obedecendo a esse processo. Não existe como princípio a notícia como um produto artesanal.
O que existe é: te dou de montão e aí te impossibilito de ter tempo para a reflexão.
sábado, 19 de janeiro de 2013
A árvore de sorrisos.
O seu sorriso é uma semente. Há alguns anos brotou e fez a primeira
colheita, os sorrisos dos seus pais. Mais alguns anos se passaram e a semente
se transformou em árvore frondosa. Nessa árvore se colhe vários sorrisos, os
seus sorrisos. Para cada sorriso que você oferece ao mundo, muitos outros
retornaram pra você. Você que tem o sorriso generoso, intenso, doce e capaz de
transbordar a própria alegria para todos os lados. Ver você feliz não é um
desejo egoísta e solitário. Faz bem para o mundo que você esteja sorrindo.
Por: Francisco Braz Neto (07/2007)
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Eu sou o fotógrafo!
Essa foto me enche de orgulho. Eu acho que ficou perfeita.
